Não tão boa na yoga


Eu comecei a fazer yoga meio que no “bom, que seja, o que vier tá bom”, o que sempre foi meu método de encarar exercícios físicos. Me exercitar nunca foi parte direito da minha rotina, mas como alguém que sofre de preguiça, sedentarismo e senta torta na cadeira, achei que poderia ser útil.

Tudo começou pelo youtube, tal qual boa millennial que sou. Comecei a seguir a Adriene por recomendações de amigas e adorei o jeito didático dela. Fiz mais ou menos metade do programa de 30 dias dela até que o semestre letivo começou. Aí resolvi me inscrever em uma aula de yoga para ter mais incentivo à prática.

Não sou muito boa. Inclusive, para a frustração do meu professor, eu falho em muitos dos exercícios de respiração. No entanto, de alguns meses para cá, tenho me divertido muito nas aulas – ainda que eu não esteja nem perto de fazer poses elaboradas e meu diálogo mental se assemelhe à icônica cena de Crazy Ex-Girlfriend.

 

Não tenho grandes pretensões, mas só a calma de uma hora tendo um pouco mais de controle sobre meu corpo já é parte da minha rotina duas vezes na semana. Esticar os braços, controlar o equilíbrio, me manter concentrada. Para uma pessoa ansiosa, conseguir fazer isso é estranho, mas ajuda. E, ainda que minha estabilidade não seja das melhores, minha parte preferida são as poses que envolvem colocar o corpo em ordens inusitadas. Virar de cabeça para baixo. Afinal, yoga é sobre perspectiva.

Se você se interessa por yoga, fica a sugestão de contas legais no instagram para seguir e se inspirar:

Yoga Flor | Adriene Mishler Jade Alectra | Kino Yoga | Kerri Verna | Laura Sykora | Cyber Yoga | Yoga Beyond

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Sobre Lorena Pimentel

Paulistana que preferia ter mar, entusiasta do entusiasmo, Grifinória com medo de cachorros, defensora de orelhas pra marcar livros, não gosta de açúcar, colecionadora de instagrams com fotos de bebês, oversharer no twitter (@lorebpv) e uma eterna vontade de ter nascido Rory Gilmore.