Autor: Anna


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Sobre Anna

Anna Vitória tem 21 anos, e é mineira com um coração de pão de queijo, mas jura que tem alma carioca. Estuda jornalismo, mas queria mesmo ter uma banda e ser rockstar. É feita de açúcar, curiosidade e chuva, meio hippie e muito mórbida – e por isso tem certeza que vai morrer soterrada pelos próprios livros.


Minha música brasileira favorita é Baby, porque ela começa dizendo "Você precisa saber da piscina, da margarina, da carolina, da gasolina" e isso me faz pensar num mergulho gelado num dia quente, pão fresco de manhã, carolinas muito doces num café da manhã de hotel, inspirar mais do que deveria o cheiro confuso e proibido da gasolina. São coisas banais, que a gente não precisa. Será?

Você precisa tomar um sorvete


Sou noveleira desde sempre, e quando digo sempre, quero dizer que tenho uma foto vestida de cigana Dara, personagem de Explode Coração, que ficou no ar entre 1995 e 1996. Eu tinha dois anos. Não tenho lembranças dessa novela para além da fantasia (que por semanas eu insisti em usar no dia-a-dia), mas nunca me esqueci de Por Amor, que foi ao ar em 1998, quando eu tinha quatro anos de idade. Em 2000 foi ao ar Laços de Família, e vão aí dezesseis anos que eu digo pra todo mundo que essa é uma das minhas novelas preferidas de todos os tempos.

Laços de Família, 16 anos depois










Eu mudei de casa três vezes ao longo da vida, e nenhuma delas foi fácil. Moro na mesma cidade desde que nasci, e quando descobri que tinha passado no vestibular em uma universidade a 600km de casa, tive uma crise de choro – não de alegria ou alívio, mas de […]

Itinerâncias



café da manhã no cotidiano, rotina
Aprendi recentemente que, ao contrário do que o senso comum faz parecer, rotina e cotidiano não são a mesma coisa. Perde-se um sinônimo, o que sempre é uma coisa triste para nós, jornalistas, mas ganha-se uma anedota mais ou menos interessante para contar, o que sempre é uma coisa boa para […]

Cotidiano


Já repararam que ninguém mais manda carta hoje em dia? Quer dizer, é óbvio que ninguém manda carta hoje em dia, por motivos igualmente óbvios, mas mesmo assim a gente não cansa de romantizar esse meio de comunicação. Por a gente vocês entendam gente que nem eu, que tem tendência […]

Mal do século